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domingo, 20 de janeiro de 2019

Reflexão final - Ana Catarina Rigor


Posso concluir que as minhas expectativas em relação a esta Unidade Curricular foram superadas. Contudo, não era aquilo que estava à espera tendo em conta o nome da mesma, pois pensei que fossem mais abordados aspetos relativos à Língua Portuguesa e não tanto a articulação desta com as Tecnologias de Informação e Comunicação.
No entanto, isto não significa que a Unidade Curricular não tenha sido proveitosa e pertinente nesta fase do percurso académico das estudantes do 3º ano da Licenciatura em Educação Básica. Pelo contrário, pois, foram abordadas ferramentas essenciais para nós futuros profissionais de educação tanto a nível pessoal, académico e profissional, na medida em que sendo meios digitais ou não, podem ser aplicadas em diferentes contextos da nossa vida. Do ponto de vista da educação, as novas tecnologias são novas formas de interação com as crianças, podendo assim ser ensinados conteúdos programáticos através delas, bem como elevar um pouco a fasquia relativamente ao ensino numa era em que as novas tecnologias estão muito presentes na vida das crianças. 
Além disso, nesta unidade curricular, foi igualmente abordado numa das aulas o tema da “Cidadania Digital” com o professor João Pires, contribuindo assim para o enriquecimento pessoal das estudantes relativamente a este tema, tendo sido referidos aspetos muito importantes relativos à segurança na Internet e ao modo como esta deve ser usada.
Relativamente ao funcionamento da Unidade Curricular, posso concluir que a mesma foi concluída com sucesso, no entanto, importa realçar o elevado trabalho que a mesma acarretou, isto é, a quase impossibilidade de conciliar os trabalhos pedidos semanalmente por cada um dos docentes com as restantes “obrigações” académicas neste semestre. Contudo, com maior ou menor dificuldade todos os trabalhos foram realizados com sucesso e atempadamente. Um aspeto positivo a realçar foi o facto de nós estudantes irmos tendo ao do semestre comentários qualitativos relativos aos trabalhos realizados, podendo igualmente corrigir determinados aspetos identificados pelos docentes de modo a ter um melhor aproveitamento no final do semestre. 
Ao nível das dificuldades sentidas ao longo do semestre, destaco a realização do filme visto que, ao longo da minha vida académica, nunca tinha feito algo do género, o que levou a uma maior dificuldade na utilização da ferramenta em questão (WeVideo). No entanto, ao fim de algum tempo de exploração, considerei-a bastante prática e acessível no que toca à montagem do filme.


Ana Catarina Rigor, nº160142057

domingo, 7 de outubro de 2018

O Blogue e as suas utilizações educacionais


A palavra “blogue” é usada frequentemente no quotidiano. Trata-se de uma página na Web, pessoal ou coletiva, criada em meados da década de 90. Atualmente suporta vários formatos, como por exemplo, texto, vídeo, fotografia, entre outros, contudo, com base na publicação de Ana Carvalho, Adelina Moura, Luís Pereira e Sónia Cruz (2006), o blogue foi criado como um diário na Web com o objetivo de serem colocadas mensagens, denominadas de “posts”. Toda a informação publicada é catalogada de forma cronológica, apresentando-se exposta da mais recente para a mais antiga. Segundo Maria João Gomes e António Marcelino Lopes (2007) e Ana Amélia Carvalho, Adelina Moura, Luís Pereira e Sónia Cruz (2006), podemos ainda acrescentar que o facto de um blogue ser um serviço online, permite a participação ativa dos seus visitantes de toda a parte do mundo, isto é, todos aqueles que por lá passam podem deixar os seus comentários, sendo assim o sistema de blogues uma comunidade aberta de comentários e sugestões.
Do ponto vista educativo, um blogue pode ser visto como uma estratégia facilitadora de interação que permite ajudar tanto alunos como professores a comunicarem de forma mais eficaz, podendo desempenhar inúmeras funções em contexto escolar, como por exemplo a formação de fóruns de discussão, portefólios e/ou diários eletrónicos sendo que, desta forma, funciona como um “repositório de informação” (Maria João Gomes e António Marcelino Lopes, 2007). Atendendo aos dados disponibilizados por Ana Amélia Carvalho, Adelina Moura, Luís Pereira e Sónia Cruz (2006), provenientes dos estudos realizados nesta área por (Baptista, 2004), pode-se concluir que a grande maioria dos visitantes de blogues são professores, jornalistas e estudantes. Com base em estudos realizados em contexto de sala de aula com alunos de vários anos de escolaridade, é possível aferir que existem grandes vantagens na utilização deste recurso educativo em sala de aula e/ou como método de estudo autónomo, isto porque os alunos, além de se sentirem motivados e desafiados, veem desenvolvidas outro tipo de competências tais como o pensamento crítico, a leitura, a compreensão, a pesquisa, a seleção de informação e veem melhorada a sua comunicação escrita. 

Referências Bibliográficas:
                
Carvalho, A. A., Moura, A., Pereira, L., & Cruz, S. (2006). BLOGUE: UMA FERRAMENTA COM POTENCIALIDADES PEDAGÓGICAS EM DIFERENTES NÍVEIS DE ENSINO. Em Actas do VII Colóquio sobre Questões Curriculares .
 
Coutinho, C. P. (2006). Utilização de blogues na formação inicial de professores : um estudo exploratório. Em L. PANIZO, Proceedings of the International Symposium on Computers in Education (p. 8). Leon.

Gomes, M. J., & Lopes, A. (2007). Blogues escolares: como, quando e porquê? Em C. Brito, J. Torres, & J. Duarte , Weblogs na educação, 3 experiências, 3 testemunhos Setúbal: Centro de Competência CRIE (pp. 117-133).



 


Reflexão final - Carolina Oliveira